quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Aquecimento pode aumentar casos de tempestades violentas, diz estudo

Por causa do aquecimento global, a “tempestade do século” corre o risco de se tornar mais frequente, reduzindo sua ocorrência para décadas e até mesmo anos, segundo uma simulação feita na região de Nova York por cientistas americanos, divulgada.
Quando a tempestade tropical Irene varreu a costa leste dos Estados Unidos e do Caribe, em agosto de 2011, deixando dezenas de mortos e causando inundações maciças, muitos especialistas a qualificaram de “tempestade do século”, um evento meteorológico tão violento e tão raro que só ocorre, em média, a cada cem anos.
Mas climatologistas do Instituto de Tecnologia de Massaschussetts (MIT, na sigla em inglês) e da Universidade de Princeton avaliaram que o aquecimento global vai aumentar fortemente a frequência de catástrofes naturais como esta, que poderão ocorrer a cada três ou vinte anos, segundo seus cálculos.

Projeções – Estes cientistas combinaram quatro modelos climáticos para fazer uma simulação informática de tempestades recentes (de 1981 a 2000) e suas projeções no futuro (de 2081 a 2100) em um raio de 200 km no entorno de Nova York, criando um total de 45.000 tempestades virtuais.
Aquela que corresponde atualmente à tempestade do século provoca uma elevação do nível das águas de dois metros, em média, em Nova York. Até 2100, um evento como estes ocorreria a cada três ou vinte anos, segundo os resultados, publicados na revista científica britânica “Nature Climate Change”.
A cada 500 anos, em média, a região vive um episódio ainda mais intenso que provoca uma elevação de três metros no nível das águas. Até o fim do século XXI, esta frequência diminuiria para 25 a 240 anos, afirmaram.
Tanto em um caso quanto no outro, o mar inundaria facilmente os diques de Manhattan, que atualmente medem 1,5 metro, destacaram os estudiosos. (Fonte: G1)
Fonte: Ambiente Brasil 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Algo sobre a Natureza...

A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana
 Charles Darwin

Quem não é humilde por natureza, tem que ser humilde por esperteza
 Pedro Bial

SOLITÁRIO
Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!

Fazia frio e o frio que fazia
 Não era esse que a carne nos contorta...
 Cortava assim como em carniçaria
 O aço das facas incisivas corta!

Mas tu não vieste ver minha Desgraça!
 E eu saí, como quem tudo repele,
-- Velho caixão a carregar destroços --

Levando apenas na tumba carcaça
 O pergaminho singular da pele
 E o chocalho fatídico dos ossos!
 Augusto dos Anjos

"Tendo o príncipe necessidade de saber usar bem a natureza do animal, deve escolher a raposa e o leão, pois o leão não sabe se defender das armadilhas e a raposa não sabe se defender da força bruta dos lobos. Portanto é preciso ser raposa, para conhecer as armadilhas e leão, para aterrorizar os lobos."
 Maquiavel

Tudo o que nasce deve morrer, passando pela natureza em direção à eternidade.
 William Shakespeare

De que adianta ter olhos azuis se o verde na natureza insiste em deixa- los vermelhos .
 Bob Marley

A natureza lhe dá o rosto que você tem aos 20. A vida talha o rosto que você tem aos 30. Mas depende de você merecer o rosto dos 50.
 Coco Chanel

Por mais dura que seja uma natureza, ela se fundirá ao fogo do Amor. Senão se fundir, é porque o fogo não é bastante forte.
 Mahatma Gandhi

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bangcoc busca preservação das áreas verdes no centro da cidade (matéria com os devidos créditos)

As árvores de Bangcoc, que sobreviveram às transformações na capital da Tailândia, são atualmente um verdadeiro tesouro ambiental para os cidadãos que tentam evitar que as mesmas sejam devoradas pela selva de cimento que avança pela cidade.
A preocupação dos habitantes pela preservação das áreas verdes impulsionou a criação de inúmeras associações como a Fundação Sueb Nakasathien, Green World, Quiet Bangcoc e Big Trees Group, que passaram a realizar campanhas contra o desmatamento das árvores diante do assédio urbanístico.
"Nossa cultura e religião está muito ligada à natureza e, por isso, queremos defender nosso patrimônio", declarou à agência EFE Tawan Changtrakul, que estava sentado sob a sombra de um palmiteiro no templo Dhammamongkol, situado em pleno centro de Bangcoc.
A vegetação tropical do jardim deste templo é uma espécie de oásis na buliçosa avenida de Sukhumvit, onde os imensos prédios se alternam com edifícios de pouca altura e as calçadas existentes são frequentemente intransitáveis.
"Agora os moradores cobram mais das autoridades e das construtoras para que não destruam todas as árvores do perímetro urbano", acrescenta Tawan, um advogado de profissão.
Como em outros bairros, os moradores da comunidade próxima ao templo depositam oferendas ao lado dos troncos, decorados com guirlandas e flores, para honrar os espíritos protetores que, segundo a tradição local, habitam em seu interior.< p> Segundo dados das autoridades locais, em Bangcoc - uma metrópole de 7.761 km² de extensão -, há 5,7 milhões de árvores, incluídos as plantadas em seus 25 parques e as que sobrevivem nos milhares de becos conhecidos como "soi".
Muitas árvores tiveram que ser replantadas ou destruídas devido à galopante construção de shoppings, condomínios e linhas de trem, que corta algumas ruas desta congestionada metrópole de 12 milhões de habitantes.
Desde os anos 80, as construtoras inundam Bangcoc de concreto devido ao pouco planejamento urbanístico das autoridades, que até há pouco tempo não toleravam que a vegetação fizesse parte da nova paisagem urbana da capital.
Com a criação das associações de moradores, as construtoras agora passaram a ser vigiadas e conscientizadas para preservarem o meio ambiente. As autoridades locais, que já ouviram falar da tal mudança climática, também passaram a fiscalizar as construtoras de maneira mais enérgica.
"É necessário algum tipo de proteção legal das árvores no perímetro urbano, da mesma forma que existe uma lei para impedir o desmatamento", diz à agência EFE Waridtha Chiamchirakun, funcionária do Escritório dos Parques Públicos de Bangcoc.
Segundo Waridtha, a colaboração e a conscientização da população são necessárias para proteger as árvores das vias públicas. "As mais vulneráveis são as que estão em terrenos privados, que não podem ser fiscalizadas pelas autoridades como ocorrem em regiões de florestas e terrenos rústicos", acrescentou.
A maioria das árvores que foram retiradas para dar passagem a qualquer construção, segundo Waridtha, é replantada em zonas periféricas. Mas, esta solução também contribui para o desaparecimento das zonas verdes no centro da capital.

Em meados deste ano, o governo publicou um livro sobre as árvores centenárias e de grande tamanho que foram identificadas por meio de um concurso organizado junto com associações ambientais.
Esta iniciativa busca conscientizar o valor de espécies como uma figueira da Índia em uma filial do banco Siyam Commercial, eleita a mais valiosa.
As árvores cumprem uma função essencial para controlar os gases que provocam a mudança climática, tal como evidenciam as campanhas de reflorestamento das Nações Unidas inspiradas na Nobel da Paz, Wangari Maathai, falecida no último mês de setembro.
Além da degradação do terreno e da poluição, o mar também ameaça submergir Bangcoc nos próximos 20 anos. O acentuado afundamento do solo, causado pelos pesados arranha-céus, e a alta do nível do mar, por conta do aquecimento global, são os principais fatores para agravar esta previsão.
Fonte:   EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados.

sábado, 26 de novembro de 2011

Os três R’s da coleta seletiva de lixo


Reduzir, reutilizar e reciclar são os três R’s da coleta seletiva do lixo:

• Reduzir o consumo, pensar antes de comprar, avaliar as embalagens

que vão direto para o lixo. Para se ter uma idéia, 40% do

que compramos é lixo! Uma das principais causas do aumento

da quantidade do lixo é o desperdício.


• Reutilizar é transformar um material em uma outra coisa, dando-

lhe um outro fim. É comum a confusão entre reutilização e

reciclagem. Um exemplo de reutilização é a transformação de

garrafas PET em vassouras, cachepôs, “porta-trecos”, brinquedos.


• Reciclar significa transformar algo usado em algo novo, exatamente

igual ou do mesmo tipo, como, por exemplo, as latinhas de

alumínio que, ao retornarem para as fábricas, passam por um processo

de derretimento e são transformadas em novas latinhas.


A reutilização e a reciclagem não devem ser encaradas como

a solução para todos os males da poluição do planeta. O mais

importante é reduzir a quantidade de lixo produzida atualmente

e, para isso, cada um de nós tem um papel a cumprir.

Incentivar a reflexão de que as coisas não acabam quando as

jogamos fora, tampouco a nossa responsabilidade sobre elas,

é o grande desafio a ser vencido.

Nesse sentido, palavras não bastam, é preciso dar exemplo!
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